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Contato Os verdadeiros pilares da Transformação Digital

segunda-feira, 29 de abril de 2019 | Transformação Digital
Contato Os verdadeiros pilares da Transformação Digital

Uma revolução não acontece sem princípios fortes e sem abraçar as transições necessárias para que uma nova realidade se estabeleça. No atual mercado, a sobrevivência dos empreendimentos estão dependendo dos pilares da transformação digital para que os modelos de negócio possam se reinventar.

Esse fenômeno trouxe uma nova realidade para empresas de todos os portes e de todos os ramos de atuação. Enganam-se os que pensam que apenas as startups devem se basear nas premissas da era digital para se estabelecer.

A verdade é que empreendimentos que se negam a beber dessa fonte estão fadados ao fracasso. Não há mais espaço para iniciativas que não absorvam os recursos oferecidos pela Internet das Coisas, pelo Big Data e pela Inteligência Artificial.

Muitas das soluções que marcaram os cenários e as tramas da Ficção Científica já fazem parte do dia a dia das pessoas e das empresas. Recursos antes tidos como futuristas estão presentes no nosso cotidiano, ao alcance das pessoas e acionados ao toque dos dedos.

Não faz sentido negar esse novo contexto, por isso, é hora de olhar para as mudanças com uma visão positiva e aproveitar ao máximo o que elas podem oferecer.

Nesse sentido, é preciso desmistificar o conceito de transformação digital porque ela soa como uma tendência e, na verdade, ele já é uma realidade que profissionais, gestores e empresários não podem negar ou se fazer de rogados.

Enfrentar o desafio do redesenho dos negócios assusta, mas não pode paralisar nem desmotivar a capacidade de ação de quem é responsável por conduzir um empreendimento.

Para isso, profissionais e gestores precisam internalizar as premissas que ditam o novo paradigma que vem sustentando o mercado. São os chamados pilares da transformação digital, para os quais dedicamos as próximas linhas.

Os pilares da Transformação Digital

Diferentemente das Teorias da Administração, que foram estabelecidas por teóricos e gurus e são consultadas e atualizadas décadas após décadas, as bases da era digital não são tão taxativas e são bem menos documentadas.

Se fôssemos abordar os pilares da Economia, citaríamos aqui os teóricos que construíram verdadeiros legados ao longo da história humana. O mesmo aconteceria se o tema fosse Matemática e Estatística.

Mas estamos falando de um assunto que ainda está em construção. Estamos em plena era digital e estamos absorvendo, dia a dia, novidades e novas formas de interagir com informações, pessoas e dispositivos.

Quando buscamos referências sobre os pilares da transformação digital, temos acesso a diversas lógicas e raciocínios diferentes para estabelecer uma ordem, uma tendência, um sentido para o tema.

Sem a pretensão de definir um roteiro ou uma fórmula, aqui, no TD, optamos por valorizar uma tríade que é responsável por viabilizar a transformação de negócios de toda natureza: pessoas, cultura e tecnologia.

Entenda agora como esses três vetores podem sustentar negócios na fase mais digital que a humanidade já conheceu.

Pilar 1: O potencial das pessoas

O digital não é feito por máquinas, só se concretiza por meio de um conjugado harmônico entre elas e os humanos. Tecnologias sem pessoas não criam uma nova realidade, não têm aplicabilidade, não realizam sua razão de ser.

Assim, no pilar “pessoas”, o centro das atenções é o indivíduo e as coletividades. Pessoas são aqui considerados agentes de transformação.

Empoderamento dos colaboradores

Um dos ativos mais valiosos de um empreendimento é seu capital humano. Para permitir que ele assuma seu protagonismo, é preciso oferecer condições para que ele exerça sua autonomia, seja criativo e, de fato, colaborativo.

Um dos caminhos é flexibilizar estruturas hierárquicas, criar equipes autogeridas, implementar metodologias que favoreçam uma atuação proativa.

Valorizar os colaboradores é uma vertente também importante e isso pode se dar por meio de uma política de encarreiramento e por um plano de benefícios e reconhecimento, além de diretrizes de valorização e retenção de talentos.

Assim como a era digital é mutável, os colaboradores de uma empresa também devem ser. Estar pronto para se adaptar a novas mudanças é uma habilidade para os profissionais do futuro que pode ser impulsionada pelas organizações através de treinamentos, troca de experiência e mesmo de gestões baseadas em gamificação.

Experiência do cliente

Uma empresa produz algo para alguém. Ou seja, do lado de lá estão pessoas, que se estabelecem como consumidores e são o principal motivador de existência de um negócio.

Entender a jornada do consumidor, seu comportamento e atual empoderamento, seus anseios, suas necessidades e suas expectativas é vital para todo empreendimento. Essas informações alimentam estratégias de marketing, design de produtos, usabilidade de sites e de aplicativos.

A partir daí, torna-se possível oferecer uma boa experiência ao cliente, de forma a se criar uma conexão profunda entre ele e a empresa, entendendo que quem consome deseja muito mais do que um bom produto ou serviço.

Hoje, quem dita as regras são eles, não as empresas.

Diversidade

O mercado, hoje, é dominado pela dita geração Y, os Millennials, e se vê cada vez mais imerso na cultura da geração Z, que nasceu com a vida a um clique e não vê muito sentido nas barreiras entre online e offline. Mas até bem pouco tempo, o foco era a geração baby boomer, depois a X. Mesmo que faltem letras no alfabeto, o certo é que essa evolução humana não terá um fim, um ponto de chegada.

Isso reforça que o mundo é dinâmico e o perfil do consumidor segue o ritmo das mudanças que se apresentam. E as empresas? Bem, elas precisam se adaptar e estarem prontas para atender às especificidades que dia a dia se modificam.

Inclusão de deficientes, o empoderamento da mulher, as relações homoafetivas. A diversidade impressa na sociedade precisa estar verdadeiramente representada nas marcas, para que haja uma identificação de interesses e de valores que impulsionem a geração de negócios. Não apenas na forma como ela se comunica mas, principalmente, em como compõe suas equipes.

Pilar 2: A cultura precisa ser digital

Se dissermos que as empresas já precisam nascer com uma cultura digital, excluiremos negócios centenários que alcançaram muito sucesso no mercado.

Por isso, defendemos que o importante é que os modelos sejam repaginados, com uma incisiva transformação de suas essências, para que se tornem aptos a atuar e prosperar na era digital. A isso estamos chamando de pilar “cultura” organizacional digital. Veja como isso pode acontecer:

Mindset digital

Estabelecer uma mentalidade digital, mesmo que isso nunca tenha feito parte da empresa, é questão de sobrevivência. Significa dizer que pessoas, processos, ferramentas e regras de negócio precisam ser alinhadas com o mercado digital.

Isso pode até começar pela contratação de consultorias especializadas em digitalização — ou digitização, como também vem sendo usado — de negócios. Mas é preciso introjetar nos alicerces do empreendimento o conhecimento transferido.

Assim, com a absorção do aprendizado sobre o valor do mindset digital, as organizações criam condições favoráveis para estabelecerem uma nova filosofia e um novo modelo de atuação. O importante é que haja uma coerente aderência entre o que a empresa tem a oferecer e o que o consumidor digital aspira receber.

Liderança transformadora

Líder é aquele que dá exemplo, que capitaneia as mudanças, que conduz times rumo ao que nunca foi visto ou vivenciado na história do empreendimento.

Essa capacidade é exigida para que uma transformação digital ocorra, pois o apego a situações cômodas e que não apresentam mais desafios pode jogar por terra qualquer intenção de prosperidade de um negócio.

Líderes devem antecipar necessidades, ser abertos ao novo, ser resilientes e motivar pessoas a seguirem na mesma direção. Com essa junção de habilidades e competências organizacionais, são maiores as chances de sucesso de um processo contundente de transformação.

Inovação

Transformações não existem sem inovação. O princípio de alterações radicais em modelos de negócio é exatamente começar a fazer diferente, abandonar padrões e encarar o desconhecido.

E quando se fala em inovar não existe uma restrição a questões tecnológicas. Inovações incrementais, como melhoria de processos, podem fazer toda a diferença na cadeia produtiva.

O conceito é abrangente e contempla tudo o que é feito de uma forma diferente ao que era tido como o usual na empresa. Para isso, é preciso que haja fluidez na comunicação e liberdade para uma atuação criativa e colaborativa.

Pilar 3: A tecnologia materializa a revolução

Não tem como ser diferente: ser digital é ser tecnológico. Não existe mudança significativa se não houver incorporação de novas tecnologias e soluções que incorporem inteligências computacionais capazes de lidar com os desafios digitais.

O aprendizado de máquina e a análise preditiva de dados são exemplos de como novos modelos de negócio podem se consolidar, graças ao aprimoramento do atendimento ao cliente e à assertividade nas tomadas de decisão.

Novos paradigmas empresariais

A invasão dos dispositivos móveis, as novas plataformas de transação de moedas criptografadas e a evolução do e-commerce são prova do poder da tecnologia na constituição de um mercado essencialmente inovador.

Com a tecnologia, o negócio se transforma e se materializa a partir de alicerces fundamentais à era digital, como a Cloud Computing.

Nessa visão, o compartilhamento de infraestrutura tecnológica democratiza o acesso aos recursos de ponta, tornando acessíveis recursos de TI necessários para a viabilização do negócio de empresas pequenas, médias e grandes, de startups ou organizações tradicionais em seu mercado de atuação.

Exemplo disso são os sistema “as a service”, como SaaS (Software as a Service) ou IaaS (Infrastructure as a Service), que nada mais são do que estruturas complexas de TI sendo oferecidas para terceiros de forma simples e fácil de utilizar, eliminando a necessidade de criar softwares ou infraestruturas internas caríssimas que suportem as necessidades da empresa.

Automação de processos

Com a tecnologia, planilhas de controle paralelo são substituídas por bases de dados centralizadas e com atualização em tempo real. O papel cede lugar ao registro virtual de tudo o que se passa na empresa.

Além disso, tarefas manuais e repetitivas passam a ser substituídas por workflows que automatizam diversas etapas dos processos.

O resultado pode ser percebido na redução de risco operacional, na minimização de falhas, na diminuição do tempo de resposta ao cliente e na racionalização de recursos humanos e financeiros.

TI como estratégia

Para que ocorra a transformação digital, é indispensável que o setor e o orçamento de TI passem a ser vistos como estratégicos e não como um centro de custo.

Os times de TI também precisam ser valorizados, receber capacitação e serem reconhecidos como verdadeiros agentes de transformação.

Com a proximidade das esferas do negócio e da tecnologia, é preciso que se entenda que sem TI não há como viabilizar entregas na medida da necessidade do cliente, seja ele interno ou externo.

Ferramentas para a Transformação Digital

Nem só de pilares se materializa uma transformação à altura da era digital. É preciso incluir alguns fatores que contribuem para que os alicerces da mudança sejam sólidos e para que os caminhos rumo à disrupção sejam mais produtivos.

Vamos listar, aqui, 7 molas propulsoras da transformação digital. Veja como elas são importantes para se construir uma nova realidade empresarial:

Computação em Nuvem

A nuvem trouxe novos conceitos ao mercado, como os falados IaaS (infraestrutura como serviço), SaaS (software como serviço) e PaaS (plataforma como serviço), entre outros.

Na prática, a cloud veio para massificar o acesso às tecnologias avançadas e atualizadas, em troca do pagamento de pacotes de serviços mensais por parte das empresas contratantes.

Com isso, as organizações passaram a contar com recursos para: oferecer ao cliente a melhor experiência possível; racionalizar seus processos; usufruir da mobilidade e, enfim, fazer mais com menos.

Mídias sociais

Na realidade mercadológica, a expressão “o artista precisa ir aonde o povo está” pode ser trocada por “o negócio precisa chegar aonde o cliente está”.

Hoje, não existem dúvidas de que o cliente está em plataformas sociais digitais, formando opinião, comparando produtos, estabelecendo relacionamentos profissionais, compartilhando suas vivências, gerando engajamento com marcas.

Por isso, o uso das mídias sociais é condição básica para que a imagem da empresa se reforce perante seu público-alvo. Além disso, a presença virtual garante o monitoramento e a coleta de dados importantíssimos, que retroalimentarão as estratégias do negócio a partir da análise de sentimento e do comportamento do consumidor digital.

Mobilidade

O mundo digital não tem fronteiras e essa é uma característica da mobilidade, recurso que exploramos cotidianamente e nem nos damos conta.

A sociedade atual já se acostumou a estar conectada a todo momento e a resolver questões do dia a dia a partir do smartphone. Cada vez menos somos estáticos ou presos aos ambientes físicos e ao atendimento pessoal.

No âmbito empresarial, lançar mão do acesso remoto a diversos sistemas e plataformas facilita a vida do colaborador, agiliza decisões e permite que o cliente seja atendido, onde quer que ele esteja.

Internet das Coisas

A sigla IoT está em todo lugar, literalmente. Internet das Coisas significa que tudo pode estar interligado. As soluções de IoT permitem que inteligências sejam embarcadas em equipamentos industriais e também domésticos.

A distância, comandos automáticos podem automatizar a iluminação de ambientes. Também podem acionar rotinas para reposição de estoques, por exemplo. Os carros autônomos também são um ícone das tecnologias enquadradas como Internet das Coisas.

Big Data

A era digital é responsável pela produção de dados em massa de forma ininterrupta, em diversos meios e em diversos formatos.

Para lidar com esses brontobyes de dados de todos os tipos — texto estruturado ou não, imagens, sons —, o Big Data surgiu como um elemento complexo, capaz de coletar, analisar e comparar esse gigantesco arcabouço de dados.

Ele é um viabilizador do modelo digital, calcado em decisões rápidas, que se tornam confiáveis justamente porque são embasadas na maior massa possível de informações sobre o mercado, o concorrente, o cliente.

Inteligência Artificial

Os chatbots ou assistentes virtuais estão por toda parte e, hoje, já estamos mais acostumados a sermos atendidos por eles do que por funcionários das empresas.

O muito usado FAQ, ou perguntas e respostas dos sites, também é uma forma de inteligência artificial. Aos poucos, o aprendizado da máquina tem percebido detalhes nas dúvidas e demandas dos clientes, e esse incremento tem retornado para que os algoritmos tornem as bases de respostas mais robustas e mais aderentes com a necessidade do público-alvo.

A evolução da IA é tão grande que algumas áreas, como medicina e advocacia, já têm se valido da capacidade de transformar dados em soluções para casos concretos. O mundo digital não é apenas dos nichos inovadores, está revolucionando setores tradicionais também.

Métodos ágeis

Ser ágil não é ser rápido, é desenvolver produtos e serviços que entreguem exatamente o valor que os clientes estão buscando, de forma organizada e com prazos reais.

Essa é a filosofia ágil, que tem imperado nas empresas com modelos de negócios digitais e nas que estão no caminho da transformação.

Vale a pena considerar a implementação de metodologias que simplifiquem processos e reduzam o tempo dos pacotes de entregas, como Scrum, Lean, DevOps.

O real significado da transformação digital

Se você chegou até aqui, deve estar tentando depreender desta leitura um conceito fechado sobre transformação digital.

Nossa intenção, com este artigo, não é trazer uma visão fechada sobre o tema, mas, sim, demonstrar que uma colcha de retalhos pode ser construída a partir da percepção de diversos atores do mercado.

Nossa experiência com o assunto nos permitiu definir uma abordagem, mas também nos baseamos na realidade vivenciada por empresas. Também analisamos as bases defendidas por profissionais e teóricos sobre o que viria a ser uma era altamente tecnológica e que jogou por terra diversos parâmetros consolidados há muito tempo.

Então, se pudéssemos resumir o significado de transformação digital em algumas assertivas, poderíamos destacar:

• o objetivo da Transformação Digital é adaptar as empresas para que tenham condições de competir na economia digital;
• tem a ver com novas maneiras de pensar e enxergar o negócio;
• significa investir em infraestrutura de TI e em soluções tecnológicas;
• é saber escolher as tecnologias certas para cada situação;
• é ter consciência de que apenas mudar de tecnologia não basta, é preciso radicalizar a essência do negócio;
• é ter uma boa gestão da inovação, com foco em uma mudança sustentável;
• significa melhorar as operações da empresa;
• é também ter uma boa estratégia corporativa;
• é ter políticas e diretrizes adequadas para que a organização promova as mudanças necessárias para ser competitiva e lucrativa;
• deve explorar ao máximo os recursos do marketing digital;
• Transformação digital e comunicação digital são indissociáveis;
• é incorporar tecnologias que tragam velocidade na criação de soluções;
• é dependente da presença marcante de líderes que acreditem na mudança;
• é tomar decisão com base no máximo possível de dados, que precisam ser lapidados para que se transformem em informação gerencial;
• precisa ser uma crença de todos da empresa;
• é inovar, é fazer diferente, é fugir do mais do mesmo, é resolver problemas de forma criativa a partir das ferramentas disponibilizadas pela tecnologia.

Não importa a teoria, inovação é a base de toda transformação

Definir um destino digital para um negócio é mais do que uma filosofia, extrapola qualquer teoria já estabelecida, inaugura um novo modelo mental no mercado.

É por isso que investir em tecnologia, evoluir a organização, empoderar talentos e inovar continuamente são exigências que não podem deixar de ser atendidas na era digital.

O fato é que não se pode fechar os olhos para a realidade. Como nasce a atual geração? A resposta é simples e direta: “conectada”! Cada vez mais cedo as crianças estão acessando dispositivos móveis, se encantando por conteúdos multimídia e interagindo com eles.

De fato, o desenvolvimento do corpo não acompanha o desenvolvimento cognitivo e é isso que não pode acontecer com um negócio. Não pode haver um desalinhamento entre mindset e capacidade realizadora.

Se o discurso já está alinhado e as políticas estão nos trilhos digitais, é preciso ter “braços” para transformar planos em realidade. Então, investir nos pilares que aqui colocamos como fundamentais à transformação digital já não é opção, torna-se obrigatório.

A nossa tríade “pessoas, cultura e tecnologia” é composta por elementos que se completam entre si e que potencializam modelos de negócio que pretendem ser prósperos, e não sobreviventes de uma era digital.

Até pouco tempo atrás, era comum a indagação do que seria do futuro das empresas. Hoje, já existe a consciência de que o futuro já chegou, é agora, acontece todos os dias diante de nossos olhos, exige a todo momento a decisão mais ágil e mais acertada de gestores, profissionais de todas as áreas e empreendedores.

Então, se o mercado é futuro em forma de presente, não há mais espaço para uma preparação de longo prazo. Ser digital é isso: é correr contra o tempo, é apostar em profissionalismo e em recursos eficientes para se reinventar.

É hora de “trocar o pneu com o carro andando”, de olhar para dentro do negócio e enxergar em cada fluxo de trabalho uma oportunidade de melhoria, em cada colaborador um agente poderoso de transformação.

O caminho para tudo isso? Inovar, sem dúvida! A inovação é a base para redesenhar processos, alterar a cultura organizacional, ganhar em eficiência operacional e fazer valer, de uma vez por todas, a essência dos pilares da transformação digital que aqui apresentamos.

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